terça-feira, setembro 27, 2011

Entre poucos

Depois de tudo aquilo que vi naquela tarde, tomei a iniciativa de continuar no mesmo caminho. Foi notório que servimos às vezes, muitas vezes ou mais sensato: constantemente, para privilegiarmos pessoas. Posso até defender sem perceber o Senso Comum, mas os conceitos que crio são realmente sem nenhuma prova científica. Uso minhas hipóteses. E isso é bastante ignorante!
Podia ter aprendido tudo que sei sem ter passado por nenhuma situação - isso é sabedoria. Mas infelizmente há alguns anos atrás não reparei nos conselhos dos mais velhos e escolhi a alternativa “viver em cada situação”.
Quando esse jogo começou não parei enquanto não tirei conclusões. Foi preciso um espelho, algumas fotografias e alguns escritos do tipo “...combati o bom combate!”.
E os meus devaneios me deixam perdida. Onde estava mesmo? Lembrei, naquela tarde! Encontrei algumas pessoas que sorriram em um belo sorriso forçado. Aquele de cantinho. Aquele que nos deixam obrigados por motivos da educação que os nossos pais nos ensinaram.
Ali eu vi em nítidos olhares, que eu já não representava mais nada para aquela senhora e para aquele senhor. Afinal, que alegria eu poderia oferecer-lhes?
Eu entendo que os caros leitores não entenderam meu texto, isso tudo não é revolta contra o mundo.
De tudo que vi, aprendi apenas as seguintes palavras: Somos simpáticos até superarmos expectativas. Quando não mais, podemos ser substituídos. Facilmente e ponto. Esse é clichê até do Sr. Capitalismo. E uma das minhas conclusões é que as atitudes pessoais responsáveis são fundamentais para um bom jogo. E por mais que não agrade todos, a felicidade não se incomoda em estar com poucos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário